sábado, 11 de fevereiro de 2017

Tondela 0-1 Feirense | Declarações dos treinadores

Nuno Manta: «Foi um passo grande mas nada está garantido»
Treinador do Feirense elogia postura da equipa

Nuno Manta, treinador do Feirense, em declarações na sala de imprensa, após o triunfo em Tondela por 1-0

«Planeámos esta semana sabendo que a na primeira parte teríamos de jogar de uma determinada maneira e na segunda, sobretudo a partir dos 60 minutos, poderíamos jogar doutra forma. Era importante chegar com um resultado positivo ao intervalo, porque sabíamos que na segunda poderíamos chegar ao golo da vitória. Foi o que aconteceu. Não foram só as alterações a partir do banco, foi o trabalho de toda a semana que resultou.»

«Em termos matemáticos não está nada garantido. A matemática é uma ciência exata. Foi um passo grande, mas não o que pretendemos. Ainda falta.»

«Temos sofrido poucos golos, estamos mais fortes na transição, estamos mais compactos, mais solidários. Mais equipa. Estamos empenhados em garantir o objetivo que é a permanência.»

Pepa: «Depois daquela primeira parte não pensávamos sequer empatar»
Treinador do Tondela admite soco no estômago e diz que ansiedade traiu a equipa

Pepa, treinador do Tondela, em declarações na sala de imprensa, após a derrota com o Feirense por 1-0:

«Houve mérito do Feirense na segunda parte. A primeira parte foi muito positiva da nossa parte. Muito boa. Tivemos várias oportunidades. Poderíamos e deveríamos ter feito o golo. Não jogamos no erro, obrigamos o Feirense a errar. Estávamos por cima, estávamos bem. Na segunda parte, houve mérito do Feirense, que cresceu, mas também alguma ansiedade nossa por não termos marcado. Não tivemos o critério da primeira parte. Acabamos por ser penalizados com uma grande penalidade que nos deixou sem tempo para reagir.»

«O que disse ao árbitro? São situações do calor do jogo. Normais. O penálti? É um lance dividido. São decisões. É complicado. Já vimos as imagens mas não nos podemos agarrar ao árbitro. Nós é que temos de fazer golo.»

«A diferença da primeira para a segunda parte tem muito a ver com ansiedade. Não serve de desculpa, claro. Quem lá está tem de estar preparado para falhar uma, duas, três, quatro vezes e continuar atrás do golo. Mas a verdade é que o volume ofensivo não nos deu golo. E não podemos desconcentrar-nos. Começamos a errar alguns passes. As substituições? Agora no final é fácil analisar. O objetivo era refrescar o ataque. O Dylan procura bem os espaços e define bem o último passe.»

«Passo atrás? Não. É um soco no estomago. Duro, forte. Vínhamos de dois jogos sem sofrer golos. Depois daquela primeira parte não pensávamos sequer em empatar e acabamos por perder o jogo. É menos um jogo que falta. A distância ficou maior, como é óbvio. Temos de olhar para nós, fazer pela nossa vida. Temos de tentar eliminar a ansiedade e pensar só nos três pontos.»

in: MaisFutebol.iol.pt

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