terça-feira, 8 de maio de 2018

Valencia mostrou-se mas de pouco valeu

O ponta de lança saiu do banco para atenuar a derrota no Dragão, marcando de cabeça, o primeiro golo na I Liga e o terceiro da temporada

O internacional sub-20 colombiano, aproveitou bem os dez minutos em campo contra o FC Porto para marcar na única oportunidade, ele que está tapado pelo goleador João Silva

A derrota contra o FC Porto (2-1) não foi o resultado que o Feirense pretendia, mas ainda assim, salvou-se um golo nos descontos, que atenuou esse desaire e deu um pouco de brilho à exibição que a equipa de Nuno Manta fez no Dragão, que estava em clima de festa, pela conquista do campeonato. A perder 2-0, o treinador arriscou, lançando a dez minutos do fim, uma dupla de pontas de lança - José Valencia e Karamanos - na tentativa de chegar a um golo, que fizesse os jogadores acreditarem que era possível sair de campo com outro resultado e o colombiano deu razão a Nuno Manta, aproveitando um cruzamento do lateral-esquerdo Kakuba, para um golpe de cabeça bater Iker Casillas. Esse momento foi especial para Valencia, que está a cumprir a primeira época em Portugal e se estreou a marcar na I Liga, num estádio emblemático, juntando a este golo mais dois que marcou na Taça da Liga, frente ao Moreirense e Oliveirense. O internacional sub-20 pela Colômbia, que é filho de Adolfo Valencia, foi companheiro de James Rodriguez (Bayern Munique) e Celis (V. Guimarães) nas camadas jovens da seleção, tendo já participado em 17 jogos nesta temporada, mas soma apenas 502 minutos.

O ponta de lança não tem sido muitas vezes opção para Nuno Manta, devido à concorrência João Silva, que é o melhor marcador do plantel no campeonato com seis golos. Além do português, a chegada do reforço de inverno, Tasos Karamanos, a Santa Maria da Feira também retirou algum espaço ao colombiano, pis o grego era um jogador que o treinador já conhecia do ano passado. Este golo apontado no Dragão, que se revelou insuficiente para pontuar, poderá relançar a motivação de Valencia, que irá tentar ajudar o Feirense a fugir à despromoção, quando na última jornada receber o Estoril, sabendo que uma vitória garante o objetivo.

SEM FOLGAS A PENSAR NO ESTORIL


Desta vez, Nuno Manta optou por não conceder folga ao plantel, que acontece no dia seguinte ao jogo. A ideia do treinador é que os jogadores se concentrem e façam um esforço final, nesta última semana de trabalho, que culmina com uma importante receção ao Estoril. O Feirense só depende de si próprio para ficar na I Liga.

in: jornal  O JOGO

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