segunda-feira, 14 de maio de 2018

Nuno pintou a Manta de azul vivo para a próxima época na I Liga

Foi sofrer até ao apito final de Artur Soares Dias e, quando soou, foi um autêntico vulcão azul que se fez sentir no Estádio Marcolino de Castro. O Feirense acabara de garantir um terceira presença consecutiva na I Liga, no ano em que celebra o seu centenário, escrevendo mais uma página de ouro da sua história. Nuno Manta Santos foi o grande protagonista.

Com o Paços de Ferreira a perder no Algarve, frente ao Marítimo, o empate com o Estoril era suficiente para garantir a permanência na I Liga, mas num lance de génio ou de fortuito poderia a qualquer momento levar o Feirense do céu ao inferno.

Essa emoção e a incerteza duraram até ao derradeiro apito do árbitro portuense. No final Nuno Manta Santos sorriu, festejou e apareceu na sala de imprensa com a humildade de sempre, deixando uma palavra de conforto para o Estoril e o Paços de Ferreira que acabavam de ser despromovidos à II Liga. Foi um empate, mas para o técnico do Feirense foi “uma grande vitória”, não deixando de reconhecer que foi mais difícil do que no ano passado, dado o contexto do último mês.

“Acreditei, o grupo acreditou, a administração acreditou no Nuno e o Feirense continua entre os grandes, sítio onde deve estar”, afirmou o técnico. Na sua perspetiva, “não foi um jogo fácil, nem um bom jogo para o Feirense: foi um jogo de sofrimento, de luta, de acreditar, de jogar tantas vezes com o coração e menos com a cabeça”

Sobre o futuro, recordou que tem mais um ano de contrato com o Feirense e que se vai sentar nos próximos dias com a SAD do Feirense para “definir estratégias e ver qual é a melhor solução para o Feirense”.

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